terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Sociedade

Sociedade falsa com princípios falsos estou cansada de andar nas ruas sem saber quem são as pessoas que estão do meu lado… Estou cansada de passar desapercebida pelos lugares sem ninguém sequer ouvir meu grito de socorro… Estou cansada de ver as pessoas morrendo na minha frente e não poder fazer nada para salvá-la… estou cansada apenas cansada desse mundo inútil e infértil… queria apenas poder andar nas ruas com a cabeça erguida mostrando o que sou e quem sou… queria apenas poder cumprimentar as pessoas que não conheço sem taxada de um loca débil mental que não sabe que com isso pode ser assaltada… queria levantar todas as manhãs sair na portão da minha casa e ver crianças brincando na rua de amarelinha, pega-pega, esconde-esconde… mas todo dia quando acordo sabe o que vejo crianças sendo usada para o trafico de drogas, assaltos… Queria poder ver pessoas nos parquinhos, nas praças conversando, se entendendo, sendo amigas…. mas vejo pessoas reclusas dentro de suas casas com medo de ao saírem serem assaltadas, mortas, que seus filhos sejam vitimas de estupros… Queria poder ver pais sendo pais somente e não filhos ou ate mesmos, esquecendo sua função sagrada de pai e se tornando monstros ao abusarem sexualmente de sua própria carne, deixando muitas vezes marcas eternas… Gostaria muito mais de ver novamente a fé das pessoas inabalável, ao invés de ver outras tentando arrumar soluções e explicações para o que não se tem explicação para o que é preciso apenas crer e apreciar… Gostaria de viver em um mundo em que as pessoas fossem mais humanas e não robotizadas pela tecnologia, gostaria de estar em um mundo que ninguém tivesse vergonha de profetizar que Deus é amor e provou isso na cruz em um calavárioo… Na verdade gostaria ter apenas o direito de viver porque nos não vivemos apenas seguimos regras e costumes de pessoas que nem conhecemos para que não sejamos taxados de anormal mas o que é ser anormal…
“ As coisas nunca são tão boas quanto esperamos e nem tão ruins quanto tememos”

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